segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Uma colaboração!

Amorzinhos aqui do espaço da Shell, preciso de uma pequena ajuda para a minha cunhada :) Ela quer falar sobre as tradições académicas e nomeadamente sobre a praxe. Então, se os meus seguidores tiverem a bondade podiam responder a umas perguntinhas e depois indicar o curso e a idade com que entraram na universidade [ e qual a universidade pois claro ]. Bem sei que é aborrecido, mas eu agradeço muito e ela também :)

Ora, as perguntinhas são:
          1. Participaste na praxe?
          2. Gostaste?
          3. Voltarias a repetir a experiência?
          4. Achas que a praxe te permitiu uma melhor integração no meio universitário?
          5. Tens alguma recordação divertida da praxe?
          6. Tens alguma recordação "traumática" da praxe?

Como podem constatar, é bem rápido :) Ahh, não se esqueçam de me dizer a universidade e a idade com que entraram e desde já muito obrigada meus queridos * beijocaa

24 comentários:

Shell disse...

Como boa anfitriã, vou dar o exemplo :)

Shell Maria, FCNAUP [ aos 17 anos ] e depois FMUC [ aos 18 anos ]

1. Sim
2. Adorei, principalmente no Porto
3. Pois claro
4. Acho que sim. Em Coimbra eu vim para um sítio completamente novo e foi importante chegar e perceber que não era a única que queria ir para casa :p
5. Tenho imensas :) neste caso, Coimbra sempre se caracterizou mais pelas praxes suaves e para a brincadeira enquanto o Porto sempre foram as praxes mais físicas e mais duras! Mas lembro-me de termos que nos colocar em volta do lago do Jardim Botânico [ uma das incontornáveis praxes de Coimbra ] e mandarem-nos saltar! O pessoal salta todo no mesmo lugar e duas meninas caíram mesmo lá dentro e saíram todas verdes :) Foi soberbo!
6. Traumática não! Foram muitas horas de 4 e de 3 e em todas as posições mais dolorosas que se possa imaginar mas adorei e se pudesse voltar atrás, ai ai...

...Ju... disse...

OK! até te posso responder em duplicado:
takeI:
UP, 18anos
1. Sim
2. Não
3. Não
4. nem por isso!
5. eventualmente... mas sinceramente não me marcou muito pela positiva!
6. bastantes!

take II: UC, 19 anos! weee! :P
1. Sim
2. Sim!
3. Sim!
4. Claro!
5. Muitas!
6. Nem por isso!

Como vês, commigo foi para todos os gostos! boa sorte para a cunhada! e se for precisa mais ajuda, diz!

Anira the Cat disse...

Ora aqui vai:
1 - Sim
2 - Adorei
3 - Talvez
4 - Sem dúvida
5 - Várias, e para todos os gostos!
6 - Não

E a faculdade: FEUC (Fac Economia U. Coimbra), com 18 aninhos

Bjokas

joana disse...

1-Sim.
2-Muito.
3-Repeti mesmo (literalmente)
4-Sem as praxes não teria conhecido a turma com tanta facilidade.
5-Sim
6-Não (pelo menos comigo)

IST-Eng. Biomédica (18 anos)

Rita disse...

FDUC, 18 anos (mas só iniciei estudos aos 19)

1. Sim
2. Sim, não foi nada do que estava à espera e secalhar foi o factor surpresa que me fez gostar tanto.
3. Quando é a próxima? Claro!
4. Sim, sem dúvida. As colegas com quem me dou melhor agora, conheci a todas no primeiro dia graças à praxe.
5. Sim, o facto de ter andado a correr "ri-me, fodi-**" e depois enquanto discutia com outra colega sobre quem se tinha começado a rir primeiro para aturar a culpada, tivemos de ficar de 4 mais algum tempo porque não nos calávamos :S E também tive a experiência no lado do Jardim Botânico mas no meu grupo ninguém saltou.
6. Não, foi tudo muito suave e divertido

Boa sorte *

Rita disse...

5. (...)apurar a culpada...lago do Jardim Botânico (...)

Ritinha disse...

FFUC, 18 anos

1. Gostei
2. Sim
3. Sim
4. Sim
5. Sim
6. Não

beijinhos

Mysterious Girl disse...

(Andaste na FCNAUP? Tenho lá tantos amigosssssss!)

Entrei com 18, Universidade dos Açores. Protocolo de Transferência levou-me à FFUP aos 20, para o terceiro ano.

1. Participei na praxe nos Açores, e estou a participar de novo no Porto.
2. Adorei a dos Açores, e estou a aprender a adorar a do Porto. São totalmente diferentes, mas a do Porto é sem dúvida muito mais organizada.
3. Sim
4. Sem dúvida, num meio maior como a FFUP, quem não entra na praxe acaba por passar um bocado ao lado de tudo o resto.
5. Uiii, tantas tantas tantaaaaaaaaaaas. As melhores são os risos baixinho e as conversas à socapa, e depois os jogos, o baptismo, o pedido ao padrinho...tantas coisas.
6. Há coisas que eu não gosto, não gosto de ter os joelhos negros de estar de 4, não gosto de ver "brincadeiras" com teor sexual entre rapazes. Mas temos que levar essas coisas que menos gostamos na brincadeira.

Acho que já escrevi demais. Beijinhooo

Néua disse...

1. Sim participei muuuuito :P
2. Gostei muito, consegui encontrar lá amigos pra vida, claro que teve coisas menos boas mas na verdade o balanço é mais do que positivo :D
3. Sem dúvida que já não seria a mesma coisa mas talvez sim :)
4. Sim, até porque quem nos praxou teve o cuidado de nos ajudar na integração, quer com os colegas quer com as regras da escola e das várias disciplinas.
5. Muitas muitas mesmo, jogos fantásticos, adorei praxar e ser praxada :)
6. Não diria traumática mas, menos boa, que ao conversar direito com outras pessoas pude resolver na boa :)

Beijinhos e aproveita bem essa praxe ;)

Sofia disse...

Sofia, UNL-FCT, 17 anos

1. Claro! Não a ia perder por nada
2. Gostei mas podia ter sido melhorzinha.. havia um pouco de descoordenação
3. Sem duvida que sim. É um momento unico!
4. A praxe permite-nos criar uma certa ligação com alguns dos futuros colegas pq estamos todos a sofrer na mesma medida e pela mesma causa. A mim arranjou-me amigos fantasticos :D
5. Assim de repente nao me surge nenhuma :X
6. traumatica nao me recordo de nenhuma

na america profunda disse...

1. Sim.
2. Sinceramente nao
3. Nao
4. De maneira nehuma
5. So' o acidente com o carro de um "doutor" felizmente nao foi nada de grave
6. Nao, tirando a parte de ter de estar sempre a olhar para o chao.
ESAD- 18 anos
Bjinhos e sempre as ordens menina Shell Maria e cunhada

Irina disse...

Aqui vai:

1. Sim.

2. Adorei, tive uns veteranos fantásticos e uns colegas de praxes muito fixes e divertidos.

3. Sem dúvida que sim.

4. Completamente, foi muito mais fácil integrar-me e conhecer todos os elementos do clã que compunham o meu curso.

5. Momento mais divertido, sem dúvida o baptismo da praxe.

6. Traumático, não digo, mas ao fim de uma semana a fazer granadas, é horrível.

Entrei para a faculdade com 18 anos.

Mil pétalas...

Ricardo disse...

1. Oui,e voltarei a participar quando mudar de faculdade.
2. teve dias, não detestei, mas tambem no foi uma coisa que me tivesse deixado extasiado.
3. yup. acho que as praxes cá de baixo -da UALG- são muito violentas porque são só uma ou duas semanas. gostava de ver umas praxes mais descontraidas xD.
4. No meu caso especifico acho que não precisava das praxes para me integrar, acho que ajuda as pessoas mais inibidas a integrarem-se
5. hum... acho que me divertia mais quando respondia aos académicos (aí em cima são doutores) porque eles ficavam sempre desnorteados com a besta com lata xD
6. Não guardo com saudade o colar de peixe que me fizeram carregar no dia do desfile do caloiro xD. (Comecei a escrever isto às nove da manhã mas a net tava tosca e tive que sair, só mandei agora xD)

Sophie Ribas disse...

Idade com que entrei: 17anos (ha um ano atras)
Universidade: Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra
1. Participaste na praxe? Sim participei
2. Gostaste? ADOREI !! Foi o melhor ano da minha vida
3. Voltarias a repetir a experiência? Sem sombra de dúvida! A praxe da Universidade de Coimbra não é como a praxe de outras instituições que suja, que abusa, que humilha... É simplesmente fenomenal.
4. Achas que a praxe te permitiu uma melhor integração no meio universitário? Absolutamente! 99% dos colegas conheci em praxe!
5. Tens alguma recordação divertida da praxe? Todas as recordações da praxe são divertidas
6. Tens alguma recordação "traumática" da praxe? Não... acho que traumática é uma coisa muito forte para a praxe Conimbricense.

Su disse...

19 aninhos
Escola Superior de Educação Almeida Garrett- Lisboa
Sim participei
Gostei sim =) foi calmo e bom...
Voltaria :)
Mais ou menos
Todas elas são divertidas
Não

Beijinho e boa sorte para ela ;)

Belinha disse...

1: sim
2: ah...algumas coisas sim lol outras nem por isso.
3:talvez:)
4:sim, claro!
5:lol mts
6:não.

Já agora entrei com 18 anos e estudei na ESE

teardrop disse...

Tinha 17 anos e entrei na Universidade de Lisboa, Faculdade de Farmácia.
1. Sim, participei na praxe.
2. Gostei, até porque a praxe na FFUL é algo muito mais leve que na maioria dos sítios.
3. Voltava a participar na praxe, com toda a certeza!
4. Permitiu-me conhecer alguns colegas do meu ano e ficar com as caras dos mais velhos como recordações quase eternas ;)
5. Como o meu padrinho era o meu namorado, foi tudo muito divertido! Gostei sobretudo do baptismo e da mistela que o meu padrinho preparou num frasco de CK One. E das nossas musiquinhas sobre o Viagra!
6. Não é traumática, mas choveu de manhã e fizeram-nos rebolar na relva da Alameda da Reitoria... Apesar de vestidos com sacos do lixo, a minha roupa ficou estragada (mas já estava avisada e não fui lá muito bem vestida)!

Jorginho disse...

Posso ser um bocado repetitivo? CLARO!! para todas! :p

1. Sim!
2. Muito.. Apesar de ter tido praxe como caloiro em dois anos consecutivos em duas faculdades diferentes.
3. Repeti no 2º ano quando mudei para a FMUP. Gostei, mas foi diferente. Acho que depois de ter tido o ano inesquecível que tive na FFUP era difícil algo conseguir ser melhor.
4. Sem dúvida... Tanto com colegas do meu ano como para ficar a gostar de colegas mais velhos.
5. Tantas... Não vou enunciar porque nunca mais daqui saía :)
6. Tenho, no ano em que fui praxado na FMUP e em que fui confrontado com as diferenças um bocado "astronómicas" relativamente a certas coisas que não aconteciam na FFUP. Mas é mesmo traumático entre aspas ;)

Anónimo disse...

ainda está no prazo de validade o questionário? :)

Shell disse...

Anónimo > a minha cunhada já usou as respostas mas terei muito gosto se partilhar as suas :) *

? disse...

Ok, assim seja!

1. Sim participei. Na Academia do Porto (Engenharia)
2. Fui muito activo e fiz muito na praxe e pela praxe, tive sempre um enorme prazer em poder fazer parte de tal estrutura onde ao contrário do que muito se pensa, não é uma cambada de ovelhas que não pensa e só se e embebeda e faz parvoíce. Tenho orgulho de poder ter chegado a um nível onde os verdadeiros valores do espírito praxixta são mostrados e ensinados claramente para quem os quiser seguir. Tive o privilégio de conhecer alguns dos praxistas mais antigos da academia e poder trocar ideias com eles. Ou seja, a resposta é sim!
3. Para efeitos de inquérito, sim. Na realidade, não. Só se o tempo voltasse atrás e eu não me lembrasse de nada! A praxe é de estudantes para estudantes. Tem uma duração temporal específica. Durante esse tempo tem que se colher o máximo que se puder.
4. A praxe permitiu-me muita coisa. Integrar-me foi uma delas. Fazer parte de um grupo de pessoas extraordinárias foi o melhor mesmo. Pessoas dispostas a fazer o que fosse preciso, sem condicionantes. Quando as mentes são esclarecidas e sentem o lhes é transmitido, entregamo-nos de corpo e alma. Eu assim o fiz e assim o fizeram por mim. Amigos para a vida foram mais que integração no mundo universitário. Só sabemos quem são os nossos amigos depois de os pôr à prova. A praxe permitiu-me isso.
5. Recordações sem fim! O mal é parar com as ditas, quando me começo a lembrar... que nostalgia! Mas as melhores foram mesmo ter sentido o apoio de quem estava do meu lado. De quem acreditava em mim sem reservas. fantástico!
6. foi uma época difícil por motivos académicos e não só. Houve um ano em particular em que quase não vesti mais nada que a capa e batina. Arranjei muitos problemas. Hoje, olho para trás e esses problemas foram importantes na sua altura mas irrelevantes para onde eu queria chegar. O puro espírito praxista e a entrega ao mesmo, crescermos com ele, faz-nos chegar mais longe do que imaginamos. Faz-nos exceder aquilo que somos. Só tenho pena que poucos cheguem a este nível e percebam esta pureza da praxe. “a praxe na sua essência é pura, nós é que a deturpamos”

(tentei que o comentário fosse curto, lol)

ah, sou o anónimo anterior, esqueci-me de ligar :)

? disse...

Ok, assim seja!

1. Sim participei. Na Academia do Porto (Engenharia)
2. Fui muito activo e fiz muito na praxe e pela praxe, tive sempre um enorme prazer em poder fazer parte de tal estrutura onde ao contrário do que muito se pensa, não é uma cambada de ovelhas que não pensa e só se e embebeda e faz parvoíce. Tenho orgulho de poder ter chegado a um nível onde os verdadeiros valores do espírito praxixta são mostrados e ensinados claramente para quem os quiser seguir. Tive o privilégio de conhecer alguns dos praxistas mais antigos da academia e poder trocar ideias com eles. Ou seja, a resposta é sim!
3. Para efeitos de inquérito, sim. Na realidade, não. Só se o tempo voltasse atrás e eu não me lembrasse de nada! A praxe é de estudantes para estudantes. Tem uma duração temporal específica. Durante esse tempo tem que se colher o máximo que se puder.
4. A praxe permitiu-me muita coisa. Integrar-me foi uma delas. Fazer parte de um grupo de pessoas extraordinárias foi o melhor mesmo. Pessoas dispostas a fazer o que fosse preciso, sem condicionantes. Quando as mentes são esclarecidas e sentem o lhes é transmitido, entregamo-nos de corpo e alma. Eu assim o fiz e assim o fizeram por mim. Amigos para a vida foram mais que integração no mundo universitário. Só sabemos quem são os nossos amigos depois de os pôr à prova. A praxe permitiu-me isso.
5. Recordações sem fim! O mal é parar com as ditas, quando me começo a lembrar... que nostalgia! Mas as melhores foram mesmo ter sentido o apoio de quem estava do meu lado. De quem acreditava em mim sem reservas. fantástico!
6. foi uma época difícil por motivos académicos e não só. Houve um ano em particular em que quase não vesti mais nada que a capa e batina. Arranjei muitos problemas. Hoje, olho para trás e esses problemas foram importantes na sua altura mas irrelevantes para onde eu queria chegar. O puro espírito praxista e a entrega ao mesmo, crescermos com ele, faz-nos chegar mais longe do que imaginamos. Faz-nos exceder aquilo que somos. Só tenho pena que poucos cheguem a este nível e percebam esta pureza da praxe. “a praxe na sua essência é pura, nós é que a deturpamos”

(tentei que o comentário fosse curto, lol)

ah, sou o anónimo anterior, esqueci-me de ligar :)

? disse...

Ok, assim seja!

1. Sim participei. Na Academia do Porto (Engenharia)
2. Fui muito activo e fiz muito na praxe e pela praxe, tive sempre um enorme prazer em poder fazer parte de tal estrutura onde ao contrário do que muito se pensa, não é uma cambada de ovelhas que não pensa e só se e embebeda e faz parvoíce. Tenho orgulho de poder ter chegado a um nível onde os verdadeiros valores do espírito praxixta são mostrados e ensinados claramente para quem os quiser seguir. Tive o privilégio de conhecer alguns dos praxistas mais antigos da academia e poder trocar ideias com eles. Ou seja, a resposta é sim!
3. Para efeitos de inquérito, sim. Na realidade, não. Só se o tempo voltasse atrás e eu não me lembrasse de nada! A praxe é de estudantes para estudantes. Tem uma duração temporal específica. Durante esse tempo tem que se colher o máximo que se puder.
4. A praxe permitiu-me muita coisa. Integrar-me foi uma delas. Fazer parte de um grupo de pessoas extraordinárias foi o melhor mesmo. Pessoas dispostas a fazer o que fosse preciso, sem condicionantes. Quando as mentes são esclarecidas e sentem o lhes é transmitido, entregamo-nos de corpo e alma. Eu assim o fiz e assim o fizeram por mim. Amigos para a vida foram mais que integração no mundo universitário. Só sabemos quem são os nossos amigos depois de os pôr à prova. A praxe permitiu-me isso.
5. Recordações sem fim! O mal é parar com as ditas, quando me começo a lembrar... que nostalgia! Mas as melhores foram mesmo ter sentido o apoio de quem estava do meu lado. De quem acreditava em mim sem reservas. fantástico!
6. foi uma época difícil por motivos académicos e não só. Houve um ano em particular em que quase não vesti mais nada que a capa e batina. Arranjei muitos problemas. Hoje, olho para trás e esses problemas foram importantes na sua altura mas irrelevantes para onde eu queria chegar. O puro espírito praxista e a entrega ao mesmo, crescermos com ele, faz-nos chegar mais longe do que imaginamos. Faz-nos exceder aquilo que somos. Só tenho pena que poucos cheguem a este nível e percebam esta pureza da praxe. “a praxe na sua essência é pura, nós é que a deturpamos”

(tentei que o comentário fosse curto, lol)

ah, sou o anónimo anterior, esqueci-me de ligar :)

? disse...

upa, desculpa o spam!

não me trates por você :)